Depois de 3 anos sem aparecer, quando lançaram o single All I Need em 2004, a banda norte-americana Matchbox Twenty fez uma pausa de 3 anos, quando voltou no ano passado com o álbum Exile On Mainstream, precedido pelo muito bem sucedido More Than You Think You Are. E logo que voltou, já lançou o primeiro single: How Far We've Come. E não demorou muito, o clipe já tava passando sem parar no TVZ.
O clipe é uma seleção de vários acontecimentos e pessoas importantes que passaram pelo mundo. Começa com um solo de bateria e a imagem em preto-e-branco, com a banda tocando em um palco que em muito se assemelha ao do Live Earth. Depois, começam a ser mostradas cenas mais antigas, como a chegada do homem à lua e a campanha de candidatura do falecido ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.
Depois, a imagem passa a ser a cores e são mostradas imagens de acontecimentos mais "recentes", como a queda do muro de Berlim, quando eles aparecem cantando em frente a um pedaço do mesmo, o Live Aid, o Live Earth, personalidades como a princesa Diana, Al Gore, Hillary Clinton, Barack Obama e Pelé. Isso mesmo, o rei do futebol aparece no clipe do Matchbox em jogo, dando um chute e, apesar de não mostrar, a gente sabe que ele fez gol :D
E é isso que prova que o povo lá fora tem, sim, uma certa admiração pelo Brasil. Seja pela cultura, pela música, pelo futebol, ou só pelo Pelé mesmo, o que importa é que eles admiram.
Mas, pra quem não liga pra o que eles pensam ou deixam de pensar da gente, ou não curte muito história, a música é bem legalzinha =)
How Far We've Come - Matchbox Twenty
sexta-feira, 28 de março de 2008
sábado, 22 de março de 2008
Apresentando: O Gato e sua história.
E lá estava eu, em plenas 23:30h dando uma passada pelo blog da minha irmã, quando veio aquela nuvem de pensamentos momentânea: era hora de voltar com um quarto blog, depois do fracasso dos meus outros três.
De antemão, digo que os blogs anteriores não foram um fracasso por falta de conteúdo. Não, foi o simples fato de que a preguiça (ah, a preguiça, sempre culpa dela) não me dava oportunidade para divulgar o blog. Só o CTRL+C, CTRL+V no subnick do msn e um "Visite!" ao lado. Nada mais. Na verdade, eu acho que até usava eles só pra testar minhas habilidades artísticas no photoshop (apesar de não possuí-las), fazendo layouts e mais layouts, atualizando o blog, às vezes, em quatro ou cinco versões diferentes, para que meus leitores fantasmas, ou até mesmo de carne e osso - se é que eles existiam - dessem uma passadinha lá e conferissem o trabalho novo.
Mas parece que dessa vez a coisa mudou: O Gato de Chapéu pode, sim, ter um futuro à sua frente.
Voltando à história do blog em questão, era hora de voltar com um quarto blog. Mas aí veio o primeiro desafio enfrentado por todos os blogueiros: Um Nome.
Sim, um nome. A necessidade enfrentada desde os tempos mais remotos para identificar os seres, vivos ou não. E foi a partir dessa necessidade que eu comecei a pensar no nome pro futuro blog. E pensei. E pensei. E pensei mais um pouco. Mas nada, nada chegava. Minha mente era um oceano em que se rema, rema, rema, e nada de terra à vista. Era uma daquelas horas que a gente pensa: "Caramba, cadê a criatividade quando a gente mais precisa dela?"
Mas foi aí que veio a luz: Era uma hora da manhã quando lembrei daquele velho livro infantil do Dr. Seuss: "The Cat In The Hat", cujo filme (O Gato) eu já vi umas dez vezes. Aí começaram a chover idéias no oceano do qual, agora, eu avistava uma pequena ilhazinha que seria onde encontraria a solução do meu problema. Os nomes mais estranhos e idiotas se passaram pela minha cabeça: O Tigre de Bengala, O Cachorro de Bigode (¬¬), e, é claro, O Gato de Chapéu. Segurei o último e não soltei, na esperança que, finalmente, houvesse encontrado o nome certo pro meu blog. Era como se eu tivesse encontrado um pedaço de madeira enquanto estava me afogando no meio daquele mar tempestuoso de idéias, nadado bastante, e chegado ao que aparentava ser uma ilha no meio do nada.
Bem, passado o momento filosófico - coisa rara de se acontecer - apresento-lhes a mim, a quem esteja à vontade pra chamar de O Gato de Chapéu.
E vamos ver se o blog vai mesmo durar.
De antemão, digo que os blogs anteriores não foram um fracasso por falta de conteúdo. Não, foi o simples fato de que a preguiça (ah, a preguiça, sempre culpa dela) não me dava oportunidade para divulgar o blog. Só o CTRL+C, CTRL+V no subnick do msn e um "Visite!" ao lado. Nada mais. Na verdade, eu acho que até usava eles só pra testar minhas habilidades artísticas no photoshop (apesar de não possuí-las), fazendo layouts e mais layouts, atualizando o blog, às vezes, em quatro ou cinco versões diferentes, para que meus leitores fantasmas, ou até mesmo de carne e osso - se é que eles existiam - dessem uma passadinha lá e conferissem o trabalho novo.
Mas parece que dessa vez a coisa mudou: O Gato de Chapéu pode, sim, ter um futuro à sua frente.
Voltando à história do blog em questão, era hora de voltar com um quarto blog. Mas aí veio o primeiro desafio enfrentado por todos os blogueiros: Um Nome.
Sim, um nome. A necessidade enfrentada desde os tempos mais remotos para identificar os seres, vivos ou não. E foi a partir dessa necessidade que eu comecei a pensar no nome pro futuro blog. E pensei. E pensei. E pensei mais um pouco. Mas nada, nada chegava. Minha mente era um oceano em que se rema, rema, rema, e nada de terra à vista. Era uma daquelas horas que a gente pensa: "Caramba, cadê a criatividade quando a gente mais precisa dela?"
Mas foi aí que veio a luz: Era uma hora da manhã quando lembrei daquele velho livro infantil do Dr. Seuss: "The Cat In The Hat", cujo filme (O Gato) eu já vi umas dez vezes. Aí começaram a chover idéias no oceano do qual, agora, eu avistava uma pequena ilhazinha que seria onde encontraria a solução do meu problema. Os nomes mais estranhos e idiotas se passaram pela minha cabeça: O Tigre de Bengala, O Cachorro de Bigode (¬¬), e, é claro, O Gato de Chapéu. Segurei o último e não soltei, na esperança que, finalmente, houvesse encontrado o nome certo pro meu blog. Era como se eu tivesse encontrado um pedaço de madeira enquanto estava me afogando no meio daquele mar tempestuoso de idéias, nadado bastante, e chegado ao que aparentava ser uma ilha no meio do nada.
Bem, passado o momento filosófico - coisa rara de se acontecer - apresento-lhes a mim, a quem esteja à vontade pra chamar de O Gato de Chapéu.
E vamos ver se o blog vai mesmo durar.
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